Parabéns, PT. Você quebrou o Brasil.

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Governo Dilma conseguiu destruir a economia do Brasil

É oficial. O governo da Presidente Dilma conseguiu quebrar o Brasil. Se você lê o Econoleigo desde o começo, era evidente que nosso país estava internado no hospital, e que seriam necessários cuidados extremos para impedir o agravamento de uma doença terrível, conhecida como Incompetencius Administrativus. Afundada em denúncias de corrupção, a Dilma e o PT parece que pegaram o manual que ensina o que fazer neste caso e o executaram, só que ao contrário. A economia deve ser analisada e executada através de números e fórmulas, e não no achismo e no sentimento. Nós do Econoleigo podemos parecer alarmistas, mas somos assim pois temos que traduzir o caos econômico de uma forma que o grande público possa entender. Hoje nós estamos alarmados. Os números são claros. Parabéns, PT. Vocês conseguiram quebrar o Brasil.

O primeiro dado alarmante vem de São Paulo, a locomotiva financeira do Brasil. Parece que prevemos que isso iria acontecer em 25 de fevereiro, quando escrevemos um texto chamado PIB de São Paulo encolhe 4,1% e retrata crise brasileira. Um mês depois, a Junta Comercial paulista divulga que a crise econômica, que não existe segundo o deputado federal Paulo Pimenta, do PT, levou ao fechamento de 4.451 fábricas em 2015. No ano de 2014, quando todos diziam que a crise estava aí, matando empregos e lucratividade, a Dilma disse que não existia crise, São Paulo viu impassível o fechamento de 3.584 fábricas.

Esse número reflete somente o estado de São Paulo, maior centro industrializado do país e, teoricamente, mais resistente aos perigos de uma crise financeira. É só vocês usarem a imaginação para terem uma ideia como as coisas devem estar no Maranhão, por exemplo. Se a crise está ruim para o rico, imaginem para quem é pobre.

O IBGE disse que somente entre novembro e janeiro, ou seja, em um mísero trimestre, o Brasil teve o fechamento de 1.131.000 vagas. Sim, um milhão e cem mil. Isso é muito pior do que um milhão e cem mil desempregados, pois quando há fechamento de vagas, não há recontratação. Esses um milhão de brasileiros ficarão desempregados permanentemente.

Quer outro dado preocupante? O desemprego medido pela Pnad Continua era 6,5% em janeiro de 2015 e saltou para 9% em janeiro de 2016. Segundo os novos dados de março, o desemprego está em 9,5%. Ele só não é maior porque a população economicamente ativa, a chamada PEA, diminuiu, e também por que no começo de ano não são todos os que procuram emprego. A previsão é de que esse número chegue facilmente a 14% até o meio do ano.

Somente em fevereiro, segundo o próprio Ministério do Trabalho, foram fechados 104,6 mil postos de trabalho com carteira assinada. Esse é o maior número em 25 anos, desde que esses dados começaram a ser medidos. O Ministério do Trabalho estima que em 2016 sejam fechados 1,6 milhões de postos de trabalho com carteira assinada. Isso sem contar os informais. As consultorias trabalham com um número em torno de 2,2 milhões postos de trabalho a menos em 2016. Para terem uma ideia, em janeiro o Econoleigo especulou uma taxa de desemprego de 10,2% em 2016. Estamos em meados de abril e esse número já está quase batido.

Tenham em mente, amigos, que estamos falando de dados oficiais. A realidade é muito mais brutal. O IBGE, que é o responsável por medir o desemprego brasileiro, tem critérios bem duvidosos nessa análise. Não sei se vocês sabem, mas quem recebe o seguro desemprego não é considerado desempregado. Ou seja, como o seguro desemprego tem duração de até seis meses, então todas as vagas fechadas no último semestre ainda não foram computadas no desemprego de 9,5%. Lembram que comentei pouco acima que foram fechados 1.131.000 postos de trabalho entre novembro e janeiro? Só com isso a taxa de desemprego vai subir, e muito.

Nós do Econoleigo conversamos com um economista muito influente, um que é referência internacional quando o assunto é economia brasileira, e o que ele mencionou é alarmante. Por pedido dele, não vamos citar seu nome. “O Brasil vai fechar 2016 com o percentual de desempregados equivalendo ao dobro da taxa de inflação. Isso é catastrófico para uma economia”. Como nossa inflação deve fechar 2016 em 8,5%, a taxa de desemprego deve chegar a 17% até dezembro. Isso sem contar os brasileiros que recebem o Bolsa Família e que, por critérios duvidosos do governo, não são considerados desempregados.

É oficial, amigos. O desGoverno Dilma quebrou o Brasil. Se no ano passado estávamos internados no hospital, atualmente o Brasil está na UTI. O diagnóstico? Morte Cerebral por Incompetencius Administrativus.

Agora não adianta chorar e nem lamentar. Toda escolha tem um bônus e um ônus. Os votos de 2010 e 2014 mostram agora sua consequência.

Brasileiros e brasileiras, bem-vindos ao inferno.

Ninguém escapa impune do pecado. Eventualmente, todos pagam. Todos sofrem.

mm

O Econoleigo é um site sem “economês”, para aqueles que não conhecem essa língua. É por mim, Rodrigo Teixeira, alguém até então pouco interessado em números, mas agora fascinado em transformar economia em algo que até eu mesmo consiga compreender.

1 COMENTÁRIO

  1. […] A principal notícia do dia é o aumento dos pedidos de recuperação judicial feitos pelas industrias do setor automobilístico. Até então sinônimo do “milagre econômico” do governo Lula, as montadoras e todas as empresas que orbitam ao seu redor estão em desespero. Essas empresas estão abaixando suas portas por uma série de motivos. Falta de crédito? Sim. Falta de consumo? Sim. Falta de segurança econômica? Sim. Tudo passa pelo caos econômico e administrativo que reina no Brasil, fruto de um governo que quebrou nossas finanças. […]

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