Instabilidade na economia chinesa ameaça o resto do mundo

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Desde 2008, quando boa parte das economias ocidentais entraram na crise puxada pelos Estados Unidos, a China funciona como uma espécie de barreira que impede que o resto do mundo entre em um colapso maior ainda.

Explico. Com mais de um bilhão de pessoas dentro de suas fronteiras, a economia chinesa que foi durante séculos um pequeno mercado fechado para o exterior, agora é a maior economia em poder de compra, e com crescimento de mais de 8% do PIB anualmente, ela foi responsável por movimentar as frágeis economias ocidentais nos últimos sete anos.

O problema é que as bolsas chinesas estão em queda. Somente no último mês diversas ações chinesas tiveram queda de mais de 30%, mesmo com todas as ações tomadas pelo governo em Pequim.

Os europeus acompanham o drama grego com atenção, mas o resto do mundo observa o que se passa na China com muito mais apreensão. Com uma economia puxada fortemente pelas obras de infraestrutura, a China viu o preço do cobre despencar 4,48%, o que é muito ruim.

Resumindo: Enquanto os Estados Unidos estão bem próximos de sair da crise iniciada em 2008, a China parece estar assumindo o leito americano no hospital, e é assim que você deve se sentir ao ler esta notícia:

 

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O Econoleigo é um site sem “economês”, para aqueles que não conhecem essa língua. É por mim, Rodrigo Teixeira, alguém até então pouco interessado em números, mas agora fascinado em transformar economia em algo que até eu mesmo consiga compreender.

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